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Posts Tagged ‘sexo’

xuxa e lopesE fazem sexo na China. Mas, mais que isso, se discute sexo por lá.  Extremamente recatados, típico dos orientais, os chineses lançam, em breve, o seu “inferninho” oficial: Love Land. O país mais  controverso do que sempre, capitalista e comunista, pobre e rico, entre outros contrastes, apresenta o seu mais novo.

A “Terra do Amor” trata-se de um complexo que envolve cinemas, auditórios, lojas e  quartos, claro. Com a intenção de inaugurar em outubro, no oeste do país, em Chongqing, o parque temático do sexo promete tratar de temas como a história do sexo e o uso da camisinha, o que, em todo caso, já coloca os chineses num debate moral sobre o sexo e a Love Land.

À frente dos ocidentais [ou tentando imitar] no quesito “inferninho oficial”, o chineses perdem feio ao falar de sexo. O homossexualismo é visto como uma doença mental pela população e as mulheres simplesmente desconhecem o equivalente à palavra orgasmo. A ditadura chinesa, que há três anos exilou o diretor de cinema Lou Ye por tratar exatamente de temas como esses em seus filmes, apoia, controversamente, a construção da Love Land.

Os ocidentais, apenas sorriem das fotos, afinal, já moram nas “love lands” silenciosas [ou não] há muito tempo.

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6CZB_0003_WEBA fama das Igrejas Protestantes em relação a doações financeiras recebidas já está formada, mas sempre questionada. Ou nem sempre. A Igreja Católica, por toda a sua tradição milenar e ligação direta com a gênese do indivíduo ocidental, às vezes, é esquecida ou acostumada a deixar-se de ser interrogada sobre sua intensa relação com dinheiro.

Em todo caso, o público consegue [às vezes, sem querer] ser informado e relembrado do quão rica é a igreja criadora da Inquisição, como o fez bem a Arquidiocese do Rio de Janeiro. Lá, o novo ecônomo [uma espécie de contador], Abílio Ferreira da Nova,  apura o uso de R$ 5,15 milhões [recebidos da Prefeitura] pela gestão anterior.

A troca de acusações começa e os podres pululam frente aos fiéis e infiéis [no melhor sentido]. Edvino Steckel, o ecônomo anterior, gastou, dentre outras coisas, quase R$100 mil reais só com a reforma de seu escritório. Do qual, Nova se orgulha de não utilizar, pois o dinheiro deveria ser destinado aos pobres, tadinhos.

Não são claros o motivos que levaram a Prefeitura do Rio a doar o dinheiro, nem quem vai ser culpado por alguma coisa, todavia, o caso poderá chegar ao Tribunal Eclesiástico, no máximo. Nada de Justiça ou Tribunal de verdade.

Nada de verdade.

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bunda gostosa da priscila bbb“Toda mulher gosta de um tapinha”, diz ex-BBB Priscila. A questão é social, a cada 4 segundos uma mulher sofre violência doméstica. A questão é polêmica, falando assim, a moça ganha mais popularidade e curiosidade, vendendo então, mais revistas. A questão é que há muitas outras questões envolvidas, pra não dizer que não falei das flores. A melhor questão é sexual.

O bom e velho sexo. Tabu, é encarado como intimidade das mais secretas na sociedade ocidental [e talvez na oriental]. E é feito, pra quem não sabe,mais geralmente, com um pênis sendo introduzido na vagina, com um pênis sendo introduzido no ânus, com uma vagina sendo acariciada por outra vagina, mão na vagina, língua, seja lá o que for e da forma que for, é sexo.

Da forma que for? Foucault afirma que não há relação sexual [uma coisa assim], morreu sem fazer, provavelmente. Mas você, caro leitor, já fez. Chupou? Não, não precisa responder o quê e nem como. Deu uns tapinhas? Levou? Significa mais do que é? Um indicador de domínio sobre o outro ou um simples ato de tesão extremo? Seja lá o que for tesão extremo.

Banalização do sexo? Que banalizem(os)! Quem perde? Quem ganha? É puramente relacionado com a violência doméstica? Óbvio que não. Ou é? É um indício de que Cristo está voltando pra castigar a Sodoma que o mundo se tornou? Talvez há muitos milênios que os tapinhas sejam aplicados entre as paredes. Ou ao ar livre.

O fato é que nessas noites chuvosas, muitos devem estar com vontade de dar [ou de levar] uns tapinhas. Os mais políticos, em Roseana Sarney, não duvide. Os mais sonhadores [ou Reis do 5 contra 1], na Priscila. Os mais religiosos, em São Pedro. Narcisistas em si mesmo. O escritor, no leitor[A].

Um tapinha não dói? um tapinha não dói

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EsqueciOnomeDesseEscultor.

Não eu não quero te induzir ao suicídio, mas o fato é que muitas [muitas mesmo, ou todas] pessoas já sentiram aquela vontade de sumir, de não existir, de morrer.  Sim, de morrer. E muitas vão além. Não querem apenas morrer, querem se matar, ou seja, cometecer suicídio.  Por que? Como? Quando?

As três perguntas mais imorais pra pessoas comuns e como a intenção aqui é permanecer no sensacionalismo barato do jeito mais incomum, vamos lá.

Por que? “Sem ele/ela não sei viver”, “perdi meu emprego”, “minha amiga é falsa”, “o Framengo foi rebaixado”, “deletaram meu orkut”, “tenho aids”. Ok, pare de ler aqui. Nada disso é um motivo bom. Isso tudo passa. Ou volta. Ou tem remédio.

Mas tá, eu não entendo a dor desse chifre que você deve estar sentido… Como? Cortas os pulsos é tosco, estão avisados. Dói e suja tudo. Pelo menos, morra limpinho. Se for se jogar na frente de um carro, que seja um importado, por favor. Ser atropelado por um Uno Mille 87 não é suicídio, é humilhação. Se enforcar é bem feio também. Você vai morrer e ainda vai deixar a pessoa que te achou traumatizada pra sempre? Pense bem… já tem as despesas com os ritos fúnebres e ainda vai deixar de presente consultas psiquiátricas. Pula do décimo andar? Muito Legião Urbana, brega. Tomar uma caixa de Tylenol? A diarréia vai ser linda. Vai matar só as pregas do fêófó. Tiro na cabeça ou na boca. Tem que ter um revólver [registrado, de preferência, pra não dar trabalho pro seu pai] e vai sujar a parede ou o chão, credo. Mas funciona. Veneno. Que não seja chumbinho. Nêpárato nêpárato é muito Rua de Santana. Mas funciona [se forem 20 balas numa rave é show].

Quando? Seis da tarde lá no Elevado da Cohama. Isso se você quiser fazer do seu suicído um espetáculo ralado no JMTV. Não, né? De madrugada ou ao amanhecer. Pronto. Vai ser lindo… os pássaros, a maré seca. É, quando acharem o seu corpo já vai tá um lameiro bonito. Mas enfim, se esforce pra ser uma coisa bonita, pra ficar na memória dos outros que você teve bom gosto, pelo menos.

Ou não, não seja uma das pessoas que morrem a cada QUARENTA SEGUNDOS vítimas de si mesmas no mundo. Tá com depressão? Isso é coisa séria. Seríssima. Procure um especialista! Não tá? Cara… saia pela rua como quem não quer nada, converse com duas pessoas e faça sexo casual com elas, se não conseguir, no máximo você vai ser preso e vão fazer sexo em você lá. Morra de tédio, de amor, de conversar, de rir, de transar, de escrever, de ler, de estudar, de trabalhar, de chorar, de amar. Isso, ame. Se ame. Ou não, entre pras estatísticas.

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beijo_gayOs índios já estavam por essas terras, depois vieram os portugueses e finalmente os africanos. As três etnias que são a principal formadora da Nação Brasil. Mas Nação, como não seria diferente, assume um outro significado que não o seu original, pois neste país há nações e somente nações.

A nação indígena que luta pela preservação de sua cultura utilizando armamento de guerra. A nação negra que luta através de ideologias de igualdade e as chamadas ações afirmativas. E a nação branca que não luta, pois é a “classe dominante.”

Vitimização e mídia. Os principais recursos adotados pelas “nações” que lutam. Os índios se auto-proclamam os donos do país, afinal, seus ancestrais deixaram tudo como herança. Não sobrou quase nada, é verdade. Grandes latifundiários [brancos, na maioria] são os os herdeiros, como os fez a História. E é por causa dessa mesma História que a “nação”  negra exige um pagamento pelo sofrimento da escravidão. Quem deve pagar? A “nação” branca, claro.

Como se todo branco fosse rico e culpado. Como se todo negro fosse pobre e sem culpa. Como se todo índio não gostasse de calça de jeans.

Nação que deve se unir mesmo é a Brasileira. A Nação Pobre. Mas nem pra isso pobre presta. Culturinha passada de geração em geração.

A diferença entre as Nações é que somos o que somos, inclassificáveis, únicos.

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Um prazer quase roubado

shakespeareShakespeare, do alto de toda sua sapiência, parece ter apregoado uma sentença pra cada situação da vida. É cômico, mas pra quase tudo se pode usá-lo como referência… E pra não fugir a regra, deixo aqui uma citação que é perfeitamente justificável… Só que na Federação Russa: “Roubado que não pela coisa furtada, é quem, afinal, não foi roubado em nada”. E como vocês vão entender a seguir, tudo indica que as russas são fãs incontroláveis do grande autor.

E eu explico: numa noite qualquer do mês de março, uma cena quase comum acontece nos subúrbios de uma cidade eslava. Olga, que é cabeleireira e proprietária de um salão, foi surpreendida por uma tentativa de assalto. A moça, que tudo indicava não poder reagir, vai calmamente pegando o dinheiro para entregar a Viktor, o assaltante. Ele, que já estava feliz com mais um trabalho “bem realizado”, é sorrateiramente surpreendido com um soco no peito que o fez cair. Sim, Olga tinha treino em artes marciais.

Mas vocês provavelmente se perguntam: o que há de anormal em uma mulher ter domínio de lutas? Nada, realmente… O estranho é o que vem a seguir. Dominando técnicas [quase] ninja, a cabeleireira amordaça o ladrão com o fio de um secador e o leva para outra sala, reservada. As demais trabalhadoras do local foram informadas de que a polícia estava a caminho e que deveriam continuar o trabalho. E assim o fizeram. Mas nada de a polícia chegar…

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Olga perdeu a paciência e resolveu fazer a justiça por mãos próprias. “Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão”, não é mesmo? Inusitado é o que ela resolveu roubar! Ao perceber que não seria socorrida pelas autoridades, a russa forçou o bandido a tomar diversos comprimidos de Viagra. E, desde aquele primeiro momento, abusou sexualmente dele por 2 dias! Sim, mentes insanas, sexo intensamente roubado por dois dias.

Ao ser libertado do “cativeiro do prazer”, Viktor se dizia sentir “espremido como um limão“. E foi diretamente a um hospital tratar suas feridas genitais. Depois disso, apresentou queixa contra Olga por “ações de natureza sexual”. Claro que Olga não deixaria isso barato. Fora o fato de também tê-lo denunciado (e ter garantido que a situação não foi lá das mais ruins), ainda declarou que fez mais que sua obrigação: “comprei um novo jeans para ele, comida, bebida e dei 1000 rublos (aproximadamente R$ 65) quando ele saiu”.

Convenhamos… R$ 65, um jeans novo, comida, comida e álcool… ele até que tá no lucro!

[A propósito, “comida” está intencionalmente duplicado. =P]

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