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Archive for Outubro, 2009

tara do thyago

2FD57B_3Teens, maduras, anal ou coroas? Nem importa tanto. O importante é o sexo. Masculino ou femino, tanto faz. Sexo. Aquele com duas ou mais pessoas ou até a forma solitária.

Talvez esse primeiro parágrafo tenha sido fudamental pra que o segundo seja lido. Falar de transar, chama atenção mesmo. Mas enfim, pode clicar em próximo blog. Esse não é o tema central. Acho.

Agora pouco presenciei uma discussão um tanto rara entre homens. Sexo [do bom] é com amor? Ou Arnaldo e Rita tem razão, são totalmente diferentes?

Diferentes ou não, somos todos iguais. E todos querem o mesmo: sexo. E só quem nunca amou, não quer ser amado. Um labirinto de dúvidas e certezas onde a razão tem infinitos donos, talvez isso explique a promiscuidade tão avassaladora na contemporaneidade. Ou então confirme a hipocrisia que permeia todas as camadas sociais.

É, Débora, o fato é que tu nunca amou. Pro amor não há tempo ou tamanho. Atemporal e sem medidas é pouco. E talvez desconceituar tenha sido a melhor coisa que a gente fez hoje, porque apesar dos perigos, os românticos sempre sobrevivem.

http://www.acervoamador.com/porno/branquinha-peituda-dando-xota/

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é grande, mas nós aguenta!

gostosaA população de Chicago não queria as Olimpíadas. A de Tokyo não queria as Olimpíadas. Madri nem fazia questão. Ou seja, o Rio de Janeiro é o melhor. O fato é que o Rio tem muitas chances de sediar os Jogos. Daqui a pouco [pouco mesmo, menos de duas horas pra sair o resultado] teremos todas as certezas.

Mas enquanto isso temos tantas outras. Parece que é diretamente proporcional o nível de instrução de um povo à sua rejeição a sediar os caríssimos Jogos Olímpicos. Tanto que o Brasil tem a maior vontade em ser sede. E sim! O Brasil é rico. É?

Perto dos 4 bilhões de reais o investimento pra se tornar sede, assim o país mostra ao mundo o quanto é bonito e desenvolvido, chamando grandes empresas pra cá. Enquanto isso as favelas do Rio continuam lá, a violência continua lá e nada muda pra quem tem pouco. O lucro vai todo pra quem já lucra há anos, os ricos, claro.

4 bilhões pra investir em educação, saúde e segurança não tem. Os governos não veem isso como investimento. Arrecada menos votos, pois o povo continua infeliz e reclamando (não tanto quanto deveria).

Óbvio que os jogos tem a capacidade de entorpecer o mundo, o país. O Brasil. E óbvio que é muito massa e até dá algum orgulho de ver como o país é capaz e grande. Pura balela, todo mundo continua pobre, miserável e burro.

Todo mundo não, alguns poucos continuam ricos. Bem ricos.

Agora eu grito “Abaixo o sistema!” e vou estudar pra minha prova de Matemática.

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britney-spearsBritney Spears entra no palco em Pequim. Show um tanto vazio para os padrões chineses. Cerca de 15 milhões de fãs vão a loucura com Womanizer, quando, a partir da música seguinte, todos começam a ficar desanimados. Lá pela metade da apresentação surgem as primeiras vaias. E o show é finalmente interrompido por um inspetor chinês, que entra no palco trazendo consigo uma multa de US$439,00 para a diva pop.

Na China, o playback é o inimigo público número um dos espetáculos. O ponto crítico foi  a Olimpíada de Pequim. Descobriu-se que a voz doce garotinha que cantava na abertura dos jogos não era realmente dela. Era pura dublagem. Foi o fim da picada.

O governo chinês considera que o playback “é uma grosseira violação das leis e regras”. Não só afronta os direitos dos consumidores, como também os dos cantores e músicos. Na China pode até não se ter muitos direitos, mas uma coisa que com certeza é garantida aos seus cidadãos é a integridade de suas apresentações. Os musicais, por exemplo, de  acordo com uma lei instituída recentemente, terão que fazer uma gravação, mas só para mandá-la aos censores. O playback é terminantemente proibido.

Essa austeridade toda do governo ditatorial da China é um tanto controversa. Impedir o playback é certamente impor restrições  à ARTE. O que seria de artistas genuinamente brasileiros como Mulher Melancia, MC Créu, Rita Cadillac, Kelly Key e tantos outros se o Brasil tivesse a mesma rigidez contra esse artifício?

Por outro lado, se o governo decretasse leis contra atitudes que considerasse inaceitáveis, poderíamos ter alguns ganhos. Essa, por exemplo: é proibido créu acima da velocidade cinco. A partir de agora, as músicas de axé terão obrigatoriamente que ter consoantes. “Xuxa só para baixinhos” só irá até a décimo volume. É proibido versões em forró de músicas estrangeiras, como se já não bastasse as originais, etc. O mundo é assim: cada um com sua ditadura.

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