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Archive for Abril, 2009

Cãimbra

Cãimbra

Impedida de assumir em definitivo a Secretaria da Mulher, Paulinha Lobão, esposa do Senador Edinho Lobão, alegou conflito de agendas. Sem lembrar também que o fato de ser apresentadora de televisão é motivo jurídico de impedimento. As feministas do Maranhão se sentiram aliviadas. Feministas? É, a informação vinculada nos meios de comunicação maranhenses é que as feministas pressionaram pra que Paulinha saísse. Se a militância no estado era a corja que era [é], imagine que figuras mitológicas seriam tais feministas.

Mas Paulinha, do alto de sua humildade disse também que se sentia despreparada para assumir a pasta. Resta esperar que ela conclua isso quanto a apresentação de programas de tv e rádio.

Fato é que a Guerreira sofreu mais um desfalque em sua batalha e as mulheres perdem algo mais em suas vidas.

Que bom!

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saia à rua, vossa excelência

Vossa Excelência e o Poder

Vossa Excelência e o Poder

No Judiciário Vossa Excelência é chefe de capangas no Mato Grosso. No Legislativo Vossa Excelência é chefe da quadrilha das passagens aéreas. No Executivo Vossa Excelência paga mensalões  a uns e mensalidades de faculdades a outros que não precisam.

Os Poderes são de Vossas Excelências. O Poder de nos fazer rir da desgraça que é, aparentemente, alheia. “Não, isso não tem nada a ver comigo.” Nem comigo. Nem com Vossa Excelência. Tem?

Mas tudo tem uma utilidade. Ou não. Vossa Excelência, Joaquim Barbosa, já é o ícone atual da causa negra. Causa, não muito  diferente [um pouco, talvez] das outras no Brasil: o discurso da vitimização é o que prepondera. Vossa Excelência, Fábio Faria, deu a passagem pra Europa e o holofote necessário à estréia de Adriane Galisteu na  Band [Toda sexta]. Vossa Excelência Luiz da Silva é o maior líder da atualidade, segundo O-maior-líder-da-atualidade, é também Aquele-que-nunca-sabia. Omissão também é crime e deve ser punida, mas um dia, talvez.

Mas isso, fiquemos todos em casa, protegidos da chuva e do sol, afinal, isso não nos diz respeito. Ou não. Façamos o que? [Só nos resta ficar indignados?]

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Posses

De que nos serve nossas mãos? Entre milhares de outras funções, carregam nossas ‘posses’. Uma caneta, uma bolsa, um diário… levamos nas mãos, geralmente o que é nosso – para que seguros entre nossos dedos, nossos pertences não vão parar em braços alheios… Guardamos nas mãos aquilo que não queremos deixar solto por aí, ao alcance de qualquer um.

Deve ser – entre outras razões  – por isso, que os casais ” se levam nas mãos “.  Andar de mãos  dadas denota posse, domínio, união.  Leva à idéia de que o que está unido entre as mãos deva ser sacralizado, respeitado,  incorruptível. Não se trata mais de dois seres a vagar pelo mundo sozinhos, mas um casal, uma célula, quase um “segredo” público.

Mas, abandonando a vibe ‘odeiocasaisfelizes’ de gente invejosa, é também bonito o andar de mãos dadas, é também gostoso, é também fraternal a  união de mundos, os caminhos tomados e desejados por dois…

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MARÇO DE 2008

MARÇO DE 2008

“Somos as únicas opções pro Maranhão porque ________________.

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educacao

Educação. Mais do que indiscutivelmente a base de sustentação para o desenvolvimento. Fato tão alardeado que repeti-lo assim é praticamente reduzir-me a um desgastante lugar comum. Tão comuns quanto foram as justificativas para o descaso com que a mesma vinha sendo tratada em todas as esferas políticas brasileiras. Mas a indicação é de que este processo esteja mudando…

Duas das últimas notícias divulgadas pelo MEC são relativas à melhoria pela qual o tema passará a ser tratado. Além da polêmica reformulação do vestibular – que terá suas parcerias confirmadas até o próximo dia 30 –, estão também em evidência duas manifestações originárias do Congresso Nacional.

Com a efetivação gradual do Plano Nacional de Educação (PNE), a partir de 2010 pelo menos 6% do PIB brasileiro serão destinados a esta esfera. Segundo o ministro Haddad, “O Estado brasileiro tem condição de priorizar a área. Foi uma decisão política tomada e que já teve impacto”. De fato, teve bastante impacto. Tanto quanto teve a divulgação de que os gastos com o Ensino Superior devem-se equiparar aos custos da Educação Básica, promovendo uma verdadeira transformação na realidade e descaso enfrentados pelas Instituições Federais.

E como tudo relativo às IFES é rondado de idas e voltas com pedras no caminho, aguarda votação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado o parecer que suspende a validade das cotas raciais no processo seletivo das Universidades, adaptando-o, segundo alguns parlamentares, ao critério sócio-econômico. Dos 25 senadores titulares desta comissão, apenas 6 são favoráveis à manteneção do sistema vigorante.

Demóstenes Torres, titular pelo DEM de Goiás e autor de um “relatório paralelo” – que exclui os critérios étnicos do sistema de cotas, destinando o mesmo somente àqueles de baixa renda – afirma: “Embora reconheça que índios, pardos e negros tenham sido excluídos historicamente, (…) a característica do povo brasileiro é a miscigenação, e uma lei que leva em conta as diferenças étnicas é racista”.

E enfim parecem acordar os que se dizem representantes do povo a algo que já era tão alardeado e discutido até nas menores esferas.

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EsqueciOnomeDesseEscultor.

Não eu não quero te induzir ao suicídio, mas o fato é que muitas [muitas mesmo, ou todas] pessoas já sentiram aquela vontade de sumir, de não existir, de morrer.  Sim, de morrer. E muitas vão além. Não querem apenas morrer, querem se matar, ou seja, cometecer suicídio.  Por que? Como? Quando?

As três perguntas mais imorais pra pessoas comuns e como a intenção aqui é permanecer no sensacionalismo barato do jeito mais incomum, vamos lá.

Por que? “Sem ele/ela não sei viver”, “perdi meu emprego”, “minha amiga é falsa”, “o Framengo foi rebaixado”, “deletaram meu orkut”, “tenho aids”. Ok, pare de ler aqui. Nada disso é um motivo bom. Isso tudo passa. Ou volta. Ou tem remédio.

Mas tá, eu não entendo a dor desse chifre que você deve estar sentido… Como? Cortas os pulsos é tosco, estão avisados. Dói e suja tudo. Pelo menos, morra limpinho. Se for se jogar na frente de um carro, que seja um importado, por favor. Ser atropelado por um Uno Mille 87 não é suicídio, é humilhação. Se enforcar é bem feio também. Você vai morrer e ainda vai deixar a pessoa que te achou traumatizada pra sempre? Pense bem… já tem as despesas com os ritos fúnebres e ainda vai deixar de presente consultas psiquiátricas. Pula do décimo andar? Muito Legião Urbana, brega. Tomar uma caixa de Tylenol? A diarréia vai ser linda. Vai matar só as pregas do fêófó. Tiro na cabeça ou na boca. Tem que ter um revólver [registrado, de preferência, pra não dar trabalho pro seu pai] e vai sujar a parede ou o chão, credo. Mas funciona. Veneno. Que não seja chumbinho. Nêpárato nêpárato é muito Rua de Santana. Mas funciona [se forem 20 balas numa rave é show].

Quando? Seis da tarde lá no Elevado da Cohama. Isso se você quiser fazer do seu suicído um espetáculo ralado no JMTV. Não, né? De madrugada ou ao amanhecer. Pronto. Vai ser lindo… os pássaros, a maré seca. É, quando acharem o seu corpo já vai tá um lameiro bonito. Mas enfim, se esforce pra ser uma coisa bonita, pra ficar na memória dos outros que você teve bom gosto, pelo menos.

Ou não, não seja uma das pessoas que morrem a cada QUARENTA SEGUNDOS vítimas de si mesmas no mundo. Tá com depressão? Isso é coisa séria. Seríssima. Procure um especialista! Não tá? Cara… saia pela rua como quem não quer nada, converse com duas pessoas e faça sexo casual com elas, se não conseguir, no máximo você vai ser preso e vão fazer sexo em você lá. Morra de tédio, de amor, de conversar, de rir, de transar, de escrever, de ler, de estudar, de trabalhar, de chorar, de amar. Isso, ame. Se ame. Ou não, entre pras estatísticas.

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beijo_gayOs índios já estavam por essas terras, depois vieram os portugueses e finalmente os africanos. As três etnias que são a principal formadora da Nação Brasil. Mas Nação, como não seria diferente, assume um outro significado que não o seu original, pois neste país há nações e somente nações.

A nação indígena que luta pela preservação de sua cultura utilizando armamento de guerra. A nação negra que luta através de ideologias de igualdade e as chamadas ações afirmativas. E a nação branca que não luta, pois é a “classe dominante.”

Vitimização e mídia. Os principais recursos adotados pelas “nações” que lutam. Os índios se auto-proclamam os donos do país, afinal, seus ancestrais deixaram tudo como herança. Não sobrou quase nada, é verdade. Grandes latifundiários [brancos, na maioria] são os os herdeiros, como os fez a História. E é por causa dessa mesma História que a “nação”  negra exige um pagamento pelo sofrimento da escravidão. Quem deve pagar? A “nação” branca, claro.

Como se todo branco fosse rico e culpado. Como se todo negro fosse pobre e sem culpa. Como se todo índio não gostasse de calça de jeans.

Nação que deve se unir mesmo é a Brasileira. A Nação Pobre. Mas nem pra isso pobre presta. Culturinha passada de geração em geração.

A diferença entre as Nações é que somos o que somos, inclassificáveis, únicos.

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