
Estacionamento por R$10,00, empurrões, truculência, xingamentos e a violação do corpo pela segurança. Além disso, bebida cara e terra… Muita terra. Mais uma vez o Marafolia demonstra a qualidade de seus eventos e o preparo de sua magnífica equipe. Perguntados, parte da organização mal soube responder quando e onde a coletiva teria acontecido.
Bem, mesmo sem conseguir a entrevista e dinheiro para um copo d’água, Samuel Rosa (Quentin Tarantino), Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferreti salvaram a noite dos que lotaram o espaço de pífia organização do evento “Spirit”, em São Luís.
Mesclando sucessos dos primeiros álbuns, ainda no início dos anos 90, com singles do último CD, Estandarte, a banda mineira fez a Lagoa ser tomada por uma nuvem gigantesca de poeira e algumas lagrimas.
Levando a multidão a loucura com “É proibido Fumar”, “Vou deixar” e “É Uma Partida de Futebol”, Skank também alcançou os corações partidos, nesse sabado, tocando “Ainda gosto Dela”, “Amores Imperfeitos” e “Respostas”. Garotinhas, garotonas e marmanjos aos prantos ou simplesmente com os olhos marejados, foram visões mais que comuns.
Skank QUEM?
O Skank concorre na terceira edição do Prêmio Quem, promovido pela revista “QUEM Acontece”, na categoria “Melhor Banda”. De longe é a grande favorita a levar o troféu, mas a lista também conta com a participação de outros ótimos grupos, como: Móveis Coloniais de Acaju, Vanguart, Sepultura, Casuarina, Roupa Nova, Cidadão Instigado e Black Drawing Chalks. Apesar da extrema qualidade musical e da grande aceitação da população brasileira, não será tão fácil assim, levar mais esse.
A banda, beirando a maior idade, já lançou 10 álbuns, vendeu 5,5 milhões de discos, possui mais de trinta singles e produziu 3 DVDs. Em 2004, ganharam um Grammy Latino na categoria “Melhor Álbum Brasileiro de Rock”, com Cosmotron e acumulam 9 prêmios do MVB, promovido pela MTV Brasil.
Quem quiser votar no Skank ou em qualquer outro concorrente ao Prêmio QUEM, só precisa clicar aqui.
A um certo ponto do show, Samuel dispara: “Eu nunca vi público tão bonito com esse de São Luís… Eu não sei para vocês, mas daqui de cima tá lindo ver a galera levantando essa nuvem… São 4 ou 5 anos que não apareciamos por aqui e espero que a gente nunca mais passe tanto tempo longe um do outro”. Depois disso, como deuses imersos em pó, a banda foi ovacionada por vários minutos e a platéia, fazendo o papel de coral, não perdia o tom de uma só nota tocada durante a apresentação.
Impecáveis, as divindades de 14/11/09, fizeram o que pode ser tido como uma das melhores apresentações de São Luís nos últimos anos. Por outro lado, vale ressaltar a desorganização do Marafolia. A entrada desorganizada causou o acumulo de muita gente do lado de fora que, impacientes, iniciaram alguns empurrões; competindo com os seguranças, posicionados em lugar oposto, que empurravam de volta. No mais, o maior problema foi a poeira que inundou os pulmões e encardiu a secreção nasal de todos.




Britney Spears entra no palco em Pequim. Show um tanto vazio para os padrões chineses. Cerca de 15 milhões de fãs vão a loucura com Womanizer, quando, a partir da música seguinte, todos começam a ficar desanimados. Lá pela metade da apresentação surgem as primeiras vaias. E o show é finalmente interrompido por um inspetor chinês, que entra no palco trazendo consigo uma multa de US$439,00 para a diva pop.


Longe da maioria dos leitores desocupados desse blog (ou não), acontece a maior exposição de fotojornalismo do mundo. A 






Recentemente, o romancista Nicholson Baker publicou mais um de seus tratados against the violence. Dessa vez veio sob a forma do livro Human Smoke: TheBeginnings of World War II, The End of Civilization, que retrata uma parte da história escondida pelos historiadores.
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